BIOLOGIA - HERPETOLOGIA

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AMOR À VIDA E AOS RÉPTEIS
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sábado, 5 de fevereiro de 2011

Ataques de serpentes no Brasil

                                                          ATAQUE DE SERPENTES NO BRASIL
           Inicio de ano no Brasil é marcado por altas temperaturas, sol forte e bastante pluviosidade.  É também nessa época que as serpentes são acometidas de aumento de seu metabolismo, proporcionando maior mobilidade de deslocação para caça e procura de alimentos. Nesse cenário não é difícil o encontro entre o homem e as “temíveis” e “terríveis” serpentes. E esse encontro é cada vez mais potencializado quando o homem procura cachoeiras, campos, matas e florestas para camping e até mesmo no centro urbano, onde, a mais deliciosa gostosura para uma serpente se encontra, os roedores. Tenham certeza, onde houver um roedor, possivelmente, haverá uma serpente a espreita.
            No Brasil há duas serpentes que são responsáveis pela maioria dos acidentes com répteis. A cascavel e a jararaca (abaixo: foto e classificação científica de ambas)


Classificação científica

Reino
Animália
Filo
Chordata
Classe
Reptilia
Ordem
Squamata
Subordem
Ophidia
Superfamília
Xenophidia
Família
Viperidae
Gênero
Crotalus
















 Tabela de Classificação Científica


                                                             Cascavel gênero: Crotalus            
                                                                                                         

Classificação
Científica

Reino
Animália
Filo
Chordata
Classe
Reptilia
Ordem
Squamata
Subordem
Ophidia
Superfamília
Xenophidia
Família
Viperidae
Gênero
Bothrops
                                                                                           











Tabela de Classificação



                                                        Foto: Germano Woehl Junior
                                                        Local: RPPN Santuário Rã-bugio  Guaramirim(SC)
                                                        Data: 23/08/2003



                                                   Cascavel (crotalus)

       A cascavel é uma serpente encontrada em todo o território brasileiro, assim como na América central também. É uma serpente que pode chegar até ao comprimento de aproximadamente 1,60cm. É um animal terrestre, extremamente rápido na ação do bote; bote este que pode alcançar até um terço do seu comprimento.  A cascavel tem um guizo na ponta de sua cauda. São ovovivíparas ou vivíparas, tem a cabeça triangular, tem fosseta loreal e presas bem proeminentes. Além de peçonhenta é muito agressiva. Seu veneno é letal e com ações neurotóxicas, anticoagulante e miotóxica sistêmica. A ação da  toxina da cascavel causa: depressão, apatia, anorexia, sonolência, anúria, coma e até a morte. O gênero Crotalus é representado por uma única espécie, a Crotalus durissus ou popularmente, cascavel. Abaixo vocês podem ter uma noção de sua coloração e características mais marcantes, como o chocalho ou guizo na ponta da cauda e a fosseta loreal.

                                                    Jararaca (bothrops)
      FOTO GENTILMENTE CEDIDA PELO PROPRIETÁRIO DO SITE: http://www.ra-bugio.org.br/

                                                                      DICA:
           VISITEM E DIVULGUEM O SITE: http://www.ra-bugio.org.br/

      A verdadeira jararaca, que é a Bothrops jararaca, é característica do Sul e do Sudeste do Brasil. No entanto, há mais 30 outras espécies do gênero Bothrops, tais como: jararaca ilhoa, jararaca pintada, urutu ou cruzeira, cotiara, caiçara, ouricana, cotiarinha, patrona, malha-de-sapo, surucucurana, barba-amarela, boca de sapo, combóia, etc. assim como a cascavel a jararaca também possui fosseta loreal, tem hábitos noturnos como a primeira e é peçonhenta, atinge comprimento de até 2 metros. A jararaca é responsável pelo maior número de ataques ou acidentes, com cerca de 85% (fonte: instituto Butantã).  A maioria das espécies é de hábito noturno, entretanto algumas de altas altitudes são encontradas ativas durante o dia. A maior parte das espécies é terrestre, mas não é incomum encontrar algumas espécies em arbustos e árvores pequenas, especialmente os indivíduos mais jovens. Uma espécie em particular, Bothrops insularis, a jararaca Ilhôa da ilha de Queimada Grande, parece ser frequentemente encontradas em árvores a maior parte do tempo. O veneno deste gênero tem ação proteolítica, tipicamente provocando necrose e inchaço que pode comprometer o membro atingido, tontura, náusea, vômitos entre outros sintomas

 
CONCLUSÃO:
Menos de 30% das cobras conhecidas no País são venenosas. As 70 espécies, divididas em dois grupos - Crotalídeos (Jararaca, Cascavel e Surucucu) e Elapíneos (Coral verdadeira) -, fazem perto de 20 mil vítimas por ano.


CUIDADO!
O QUE FAZER E O
QUE NÃO FAZER EM CASO DE MORDIDA DE COBRA
Algumas dicas podem ser muito importantes em caso de acidentes com serpentes. Em primeiro lugar, se for entrar em mata, campo fechado ou até mesmo floresta, use sempre calça comprida, perneira, bota ou equivalente. Nunca calce os sapatos ou botas sem antes verificar se há a presença de serpentes ou outros animais peçonhentos como escorpiões, aranhas, lacraias, que possam lhe causar algum acidente. Em caso de mordida:
Nunca tente sugar o veneno, pois o mesmo já caiu na corrente sanguínea e o que você pode conseguir é piorar a sua situação, pois, ela pode carregar germes e várias bactérias em sua boca;
Não faça torniquete, você pode piorar a lesão, além de ocasionar uma gangrena;
Não tome remédios caseiros, só o anti veneno é que lhe dará a melhora ou cura;
Não corte ao redor ou use material pérfuro-cortante;
Apenas lave com bastante água e sabão;
Procure um médico o mais rápido possível;
Não mate a cobra, tente capturá-la viva, mas não tente bancar o herói, chame um bombeiro ou outro qualificado a fazer essa captura;
Mantenha o acidentado de serpente calmo e tente mantê-lo lúcido também;
Não toque na serpente mesmo ela estando morta.

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

E-MAIL DE CONTATO!

Olá amigos e colegas;
Estou passando o meu e-mail pessoal pra vocês para que haja uma agilização nas respostas e diálogos
entre nós

O E-mail : adelairbio@yahoo.com.br

Qualquer dúvida, sugestão e outros é só me enviar um E-mail

Obrigado !

Adelair da Fonseca*
Ciências Biológicas        
        UFRJ

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

ENTOMOLOGIA - INSETOS


ENTOMOLOGIA
Entomologia ou estudo dos insetos
Entomologia é uma palavra que vem do idioma grego antigo. Éntomon significa "inseto" e é derivado do radical "éntomos", que significa "cortado, dividido"; a maioria dos insetos apresenta o corpo dividido em numerosos anéis ou segmentos. "Logos" significa "uma palavra, dizer, fala, discurso, pensamento". Ou seja, é o estudo de alguma coisa. Portanto, "ENTOMOLOGIA" vem a ser o estudo dos insetos. “Inseto” é outra palavra interessante, derivada do latim. "Animale insectum" significa "animal segmentado"; insectum é o particípio passado do verbo insecare, que quer dizer "cortar em" (partes). Portanto, a própria palavra INSETO reflete o fato de que esses animais possuem o corpo dividido em anéis ou segmentos.

POSIÇÃO DOS INSETOS NO REINO ANIMAL
  1. Reino Animalia
  2. Sub-reino Metazoa (multicelulares: tecidos)
  3. Divisão Artiozoa (Bilateria)
  4. Seção Eucoelomata (celoma verdadeiro)
  5. Filo Arthropoda
  6. Sub-filo Mandibulata (Antennata)
  7. Superclasse Hexapoda
  8. Classe Insecta
CARACTERÍSTICAS DOS INSETOS
  1. simetria bilateral
  2. corpo segmentado (principalmente o abdome)
  3. heteronomia (corpo dividido em partes distintas: cabeça, tórax e abdome)
  4. exoesqueleto quitinoso
  5. 1 par de antenas - díceros
  6. 2 pares de asas - tetrápteros (há exceções)
  7. 3 pares de pernas - hexápodos
  8. mandibulados ectognatos
  9. aparelho circulatório dorsal
  10. sistema nervoso ventral
  11. ausência de epitélio ciliado
 AS ORDENS DOS INSETOS

DIVISÃO APTERYGOTA

DIVISÃO EXOPTERYGOTA

DIVISÃO ENDOPTERYGOTA


       Falaremos aqui, hoje, sobre os Elaterídeos 
                                  ELATERÍDEOS
                    Vaga lumes das famílias dos elaterídeos (A), fengodídeos (B) e lampirídeos (C)

Na parte anterior do tórax, os elaterídeos têm duas manchas que, quando apagadas, têm coloração alaranjada. Muita gente acha que essas manchas são os olhos do pirilampo. Mas são suas ’lanternas’. Uma terceira lanterna fica no abdome e só entra em atividade quando o inseto está voando. É tão desenvolvida que chega a emitir um facho de luz de quase um metro de diâmetro. Esses vaga-lumes costumam voar muito alto, acima da copa das árvores. A luz que emitem é contínua. Na lanterna torácica, a luz tem uma Tonalidade esverdeada. Na lanterna abdominal, é amarelo-alaranjada.
O ciclo de vida dos elaterídeos é longo: dois ou mais anos. Os adultos vivem somente no verão, períodos em que se acasalam. Os ovos são postos em madeiras semi-apodrecidas no interior das matas. Depois de cerca de 15 dias surgem as primeiras larvas, que passarão quase dois anos comendo outros insetos e crescendo, até se transformarem nas pupas, que irão depois virar os insetos adultos.
As fêmeas dos fengodídeos sempre têm aspecto larvar. São comumente conhecidas como bondinho elétrico ou trem de ferro. Algumas espécies de fengodídeos emitem luz vermelha, na região da cabeça, e esverdeada no corpo. Outras emitem luz esverdeada em todo corpo. Os machos, alados, têm pontinhos luminosos em posição e número variáveis, todos no abdome.
O ciclo biológico dos fengodídeos é pouco conhecido. Sabe-se que as larvas gostam de comer gongolos, o popular piolho-de-cobra. E são muito vorazes; sugam toda a parte mole do corpo do bicho, dispensando as partes duras. Emitem luz contínua e vivem no chão, à procura de suas presas.
A cor dos lampirídeos varia muito: do castanho-claro ou escuro ao castanho-amarelado ou avermelhado. As lanternas ficam no ventre e variam de tamanho e disposição.
Emitem luz esverdeada intermitente durante as poucas horas do entardecer. Habitam matas, campos e cerrados, preferindo os lugares úmidos e alagadiços como os brejos.
O ciclo biológico dos lampirídeos é longo. Adultos e larvas alimentam-se com frequência de caramujos. Em algumas espécies as fêmeas também têm aspecto de larvas, que emitem sua luz por órgãos luminescentes situados no abdome.

                                    FILO

Arthropoda
CLASSE
Insecta
ORDEM
Coleoptera
FAMÍLIA
Elateridae 
(cerca de 8000 espécies)


                                          
                                      A espécie de cor verde abaixo foi encontrada na região urbana
                                                                     de Juiz de Fora, MG 







Operação do famoso "clique" que os Elaterídeos usam para escapar e surpreender seus inimigos!

CARACTERÍSTICAS PRINCIPAIS:
Comprimento: de 0,02cm a 7,5cm
Cor: A maioria é de cor marrom – opaco, mas são encontrados também nas cores, vermelho, amarelo, preto ou verde.
São encontrados em todo o mundo e podem causar sérios danos às lavouras. Alguns chamam as larvas alongadas dos Elaterídeos de VAGA-LUME. Conforme a algumas espécies, elas podem viver abaixo da terra ou em troncos podres por até seis anos. Algumas espécies são carnívoras, mas a maioria é vegetariana.
Se você já viu um pirilampo (aquele bichinho que muita gente chama incorretamente de vaga lume), ele também pertence à família Elateridae. Porém, suas manchas luminosas encontram-se no pronoto, não nos últimos segmentos abdominais como nos verdadeiros vaga lumes (família Lampyridae). Ou seja, vaga lume e pirilampo são diferentes embora seja da mesma família.

CURIOSIDADES:
Na Ordem dos Coleópteros, a família dos Elaterídeos (Elateridae) é a única que possui uma articulação no tórax, tornando-o assim articulado. Essa articulação permite a todos os Elaterídeos que quando caírem de costas não precisa ficar se debatendo, pois, ele só precisa realizar uma operação interessante que ele cairá novamente com as patas voltadas para o chão. Essa operação é da seguinte forma: primeiro, o Elaterídeo arqueia seu corpo, de modo que só a ponta da cabeça e os estojos das asas ficam tocando o chão. Então ele afrouxa, repentinamente, a tensão e se vira. Enquanto o inseto está na posição arqueada, uma espinha rígida do primeiro segmento do tórax pressiona uma cavidade do segundo segmento. Logo em seguida, quando o Elaterídeo relaxa, faz um ruído de clique e o mesmo pode ser jogado a 10 cm ou 15 cm de altura. O estalo é produzido pelo encaixe do espinho prosternal em um sulco no mesosterno. Se ele não aterrissar sobre suas patas na primeira tentativa ele repetirá a operação até conseguir. Essa operação de clique e pulo tem um efeito de surpresa que o ajuda a escapar dos inimigos.Veja acima todo o processo!

Bibliografia Recomendada:
ALMEIDA, Lúcia M., Cibele S. R. Costa & Luciane Marinoni. 1998. Manual de Coleta, Conservação, Montagem e Identificação de Insetos. Holos Editora. Ribeirão Preto, SP. 78p.
BORROR, Donald J. & Richard E. White. 1970. A Field Guide to Insects. The Peterson Field Guide Series, Roger T. Peterson, editor. Houghton Mifflin Company. Boston. 404p.
BORROR, Donald J.; Charles A. Triplehorn & Norman F. Johnson. 1992. An Introduction to the Study of Insects, 6th Edition. Harcourt Brace College Publishers. Fort Worth. 875p.
BRUSCA, Richard C. & Gary J. Brusca. 1990. Invertebrates. Sinauer Associates, Inc. Sunderland. 922p.
CARRERA, Messias. 1980. Entomologia para Você, 7a. Edição. Livraria Nobel S.A. São Paulo. 185p.
CHAPMAN, Reginald F. 1998. The Insects: Structure and Function, 4th Edition. Cambridge University Press. Cambridge, UK. 770p.
COVELL, Charles V. 1984. A Field Guide to the Moths of Eastern North America. The Peterson Field Guide Series, Roger T. Peterson, editor. Houghton Mifflin Company. Boston. 496p.
ELZINGA, Richard J. 1978. Fundamentals of Entomology. Prentice-Hall, Inc. Englewood Cliffs. 325p.
GALLO, Domingos et alii. 2002. Manual de Entomologia, 3a. Edição. FEALQ. Piracicaba. 920p. (LIVRO TEXTO ADOTADO NA DISCIPLINA).
GILLOT, Cedric. 1995. Entomology, Second Edition. Plenum Press. New York. 816p.
PAPAVERO, Nelson, (organizador). 1994. Fundamentos Práticos de Taxonomia Zoológica: Coleções, Bibliografia, Nomenclatura, 2a. Edição. Editora Unesp. São Paulo. 285p.
RUPPERT, Edward E. & Robert D. Barnes. 1996. Zoologia dos Invertebrados, 6a. Edição. Editora Roca Ltda. São Paulo. 1074p.
WHITE, Richard E. 1983. A Field Guide to the Beetles of North America. The Peterson Field Guide Series, Roger T. Peterson, editor. Houghton Mifflin Company. Boston. 368p.

 

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

CARACTERÍSTICAS DOS RÉPTEIS!

                                                             TEGUMENTO
  • São Ectotermicos termoregulam por meio do comportamento hipotálamo - TERMOSTATO
  • Corpo coberto com escamas epidermiais queratinizadas ás vezes com placas ósseas dermais por baixo
  • Muda do stratum corneum
  • Poucas glândulas no integumento: secretam substâncias repelentes e feromonas
  • Modificações queratinizadas: garras, cascabeis, espinhas, escamas
                                                             ESQUELETO 
  • Esqueleto bem ossificado
  • Crânio com 01 Cóndilo Occipital
  • Atlas e axis
  • Coluna vertebral diferenciada em 04 regiões: cervical, dorsal, sacral e caudal (serpentes não) , Costelas unidas ao esterno (chelonia e serpentes não) e costelas flutuantes não unidas.
       MEMBROS LOCOMOTORES BASTANTE DIVERSIFICADOS: reduzidos ou ausentes, andar,
       correr, nadar...
                                                          RESPIRAÇÃO         
  • Respiração por pulmões (alguns usam a cloaca para respirar)
  • Vias respiratórias mais complexas, com traquea,  bronquios com anéis cartilaginosos, ás vezes completos
  • Alguns com palato secundário que separa o sistema respiratório do digestivo.
                    SISTEMA CIRCULATÓRIO DUPLO - PULMONAR E SISTÊMICO
  • GERAL: 02 átrios / 01 ventrículo
  • ARCHOSAURIA ( crocodilia ) : 02 átrios / 02 ventrícolos não completamente divididos
                                        SISTEMAS SENSORIAIS : VISÃO

  • Bem desenvolvida
  • Pálpebras bem desenvolvidas
  • Alguns com membrana nictitante
  • Muitos com lacrimais
  • Olho enfoca com CÂMBIO DE FORMA da latente
       Linha lateral vestigial apenas em tartarugas aquáticas adultas
      Alguns com OLHO PARIETAL OU PINEAL (Regula a temperatura do corpo pela duração da exposição ao sol)


                                                               OUVIDO 

  • Similar dos anfíbios, porém, membrana timpânica afundada (ouvido externo)
  • Bem desenvolvido em lagartos e jacarés
  • Em serpentes não existe nem tímpano nem cavidade timpânica e o som é transmitido ao ouvido interno através dos ossos da mandíbula e o crânio, percebem vibrações do solo através da mandíbula.

                                                             OLFATO

  •       Bem desenvolvido 
               ÓRGÃO DE JACOBSON:
  • Bem desenvolvido em Lagartos e Serpentes
  • Órgão par
  • Fica no céu da boca
  • As partículas odoríferas são apanhadas com a língua
  • Ao contato com a língua com o órgão este capta os odores enviando o sinal aos lóbulos olfatórios do cérebro
                                                               DENTIÇÃO
  • Muitos HOMODONTES; Alguns parcialmentesHETERODONTES
  • Maior parte POLITIDONTES; tuataras são MONOFIDONTES
  • QUELÔNIOS não possuem dentes (perda secundária)
  • Implantação variável
  • ACRODONTE: Aderido á borda da Mandíbula  (TUATARA, SAURIA, SERPENTES)
  • TECODONTES: com nariz na mandíbula (CROCODILIA)
  • PLEURODONTE: (SAURIA)